Olá pessoaaal, td bem?! Hoje vamos refletir
sobre algo que provavelmente todos já passaram, passam ou algum dia passarão,
pois é uma temática bastante vivenciada nos tempos modernos. Algum dia você já
se sentiu Em Cima Do Muro?, com aquela sensação de não saber o que fazer, se
perguntando se deve enfrentar o problema ou fugir dele, se sentindo paralizado
totalmente?
Essa sensação de paralização é comum,
principalmente nos dias atuais em que tudo é pra ontem, há muita pressa,
ansiedade pra que as coisas se resolvam rapidamente e ao mesmo tempo aquela vontade
de parar, respirar e entender o que está acontecendo no meio de um turbilhão de
emoções...
No meio de um monte de necessidades
que emergem no nosso cotidiano, sejam elas físicas, psíquicas ou emocionais,
muitas vezes não conseguimos distinguir quais são as nossas prioridades, como
hierarquizar essas necessidades de forma a satisfazê-las adequadamente e no
tempo certo de cada uma. Quais serão as primeiras a serem resolvidas, como,
quando e onde?
Com tantas situações, tantos problemas
na cabeça, tantas decisões a tomar tem vezes que o cérebro “pifa” e não dá
sequência a nada. Assim, a pessoa não consegue escolher entre tantas opções,
não se posiciona, não se mantém no presente, sua mente está no passado ou no
futuro, perdendo a capacidade de se concentrar no agora, no que é possível
fazer hoje.
Dessa maneira, como uma bola de neve
as questões vão se acumulando, aumentando e perdendo ainda mais o foco, afinal
várias situações ficaram inacabadas, dissolvendo a possibilidade de serem finalizadas
e satisfeitas plenamente. No meio do caminho sobraram pedaços soltos de possibilidades
não vividas que são parte de um processo de vida interrompido, frágil, sem
completude.
Como sair dessa? Tem pessoas que vivem
nessa fixação de não resoluções a vida inteira e não se permitem estar no mundo
de forma fluida, natural, leve. Há casos de momentos de paralisia, em que
dentro de um processo de decisão a pessoa não consegue definir se vai ou se
fica, se encara esse Bicho de 7 Cabeças ou se foge dele pulando o muro... Porém
quando esse processo permanece por muito tempo uma luzinha vermelha se acende e
se faz necessário um movimento rumo a uma definição.
Viver plenamente é estar certo de que
tomou as decisões e realizou as ações adequadas que o momento te exigiu, tendo
a consciência que a melhor escolha que você poderia ter feito nesse determinado
momento foi justamente a que você fez, se sentindo livre e pronto pra mais um
passo no tempo presente.
Maíra de Melo Sathler
CRP: 05/48726

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